O movimento de Idanha-a-Nova entregou mais de 5000 assinaturas e vê agora a petição admitida na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.
Este movimento defende a manutenção da autonomia administrativa, pedagógica e científica, bem como a sede da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN) nesta vila, contrariando a vontade expressa na reorganização do Instituto Politécnico de Castelo Branco, instituição onde a ESGIN se integra.
A Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto deve apreciar e deliberar sobre a petição no prazo de 60 dias a contar da data da sua admissão, 22 de maio, sendo que vão ser consultados, no prazo de 20 dias o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, os presidentes da Câmara de Idanha-a-Nova e do Instituto Politécnico de Castelo Branco, o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos e a Associação De Estudantes da ESGIN.
Em comunicado, este movimento que entregou a petição no dia 18 de fevereiro, na Assembleia da República, diz que enquanto aguardam os trâmites legais para a apreciação da petição, “foi decidido por unanimidade solicitarmos de novo a marcação de reuniões com os diferentes grupos parlamentares, para expormos as justas razões que nos assistem”.
A ESGIN é um caso de sucesso e conta com 28 anos de existência e com 600 estudantes, correspondendo no último ano a um aumento superior a 20% de alunos, tendo maior número de alunos internacionais do IPCB.
Recordamos que Luís Monteiro, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, acompanhado por membros da Comissão Coordenadora Distrital visitaram, a 17 de fevereiro, esta escola devido às notícias vindas a público da reorganização do IPCB, tendo endereçado uma pergunta ao governo sobre este assunto.
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