Movimento pela autonomia da ESGIN espera que novos estatutos do IPCB não sejam aprovados

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ESGIN. Foto por Município de Idanha-a-Nova (Facebook).
Foto por Município de Idanha-a-Nova | Facebook
Depois da votação “inequívoca e maioritária” na Assembleia da república, movimento pela autonomia da ESGIN – Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova espera que o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior não aprove os novos estatutos do IPCB – Instituto Politécnico de Castelo Branco.

O movimento acredita que Manuel Heitor “vai ter em conta a votação inequívoca e maioritária em defesa da sede e autonomia da ESGIN” na Assembleia da República (AR), segundo comunicado a que a Rádio Cova da Beira (RCB) teve acesso.

No comunicado, o movimento destaca que, na passada quinta-feira, vários Projectos de Resolução foram aprovados pela AR, recomendando ao Governo a manutenção da sede da Escola de Gestão em Idanha-a-Nova, bem como a sua autonomia. No mesmo dia, foi ainda votada a petição pública apresentada pelo próprio movimento, apenas com o voto contra do PS.

Segundo a RCB, o movimento acrescenta que em fevereiro “o conselho geral do IPCB aprovou os seus novos estatutos, concretizando-se desta forma a reestruturação da instituição, passando a ser criados nove departamentos transversais e quatro novas escolas”, questionando se a ESGIN “pode ser extinta por uma decisão tomada em conselho geral do politécnico de Castelo Branco ao aprovar uns Estatutos que não contemplam a sede da nova escola superior de informática e gestão”.

 

Garantir a autonomia da Escola Superior de Idanha-a-Nova

Bloco espera consenso no Parlamento para manter ESGIN em Idanha

 

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