Arquivo Interior do Avesso

A União de Sindicatos do distrito de Castelo Branco afirma que “neste momento têm todos os instrumentos previstos no Orçamento de Estado, mas esta batalha só é ganha quando for reposto o dinheiro que foi retirado”. 

O coordenador da União de Sindicatos do distrito de Castelo Branco (USCB), Sérgio Santos, em declarações à Rádio Cova da Beira, referiu que “uma pessoa que tivesse em março, um passe social de 18 euros, quando houve o aumento, passou para 39 euros. Passou para mais do dobro, o que faz uma grande diferença no final do mês. Toda a gente sabe que no nosso distrito a grande maioria dos trabalhadores ganham o salário mínimo nacional, numa família, 80 euros no final do mês fazem muita diferença”. 

A USCB e a União de Sindicatos do distrito da Guarda entregaram à Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, em novembro de 2020, um abaixo assinado com perto de 1800 assinaturas. A CIM, na altura, informou que eram necessários 600 mil euros para repor o valor dos passes sociais. 

Para o dirigente sindical, “não são só 600 mil euros, acho que é um milhão e 600 mil euros, porque eles tinham um milhão e pediram mais 600 mil, neste momento têm todos os instrumentos previstos no Orçamento de Estado, mas esta batalha só é ganha quando for reposto o dinheiro que foi retirado, até lá, é uma batalha”. 

A USCB considera que é urgente a CIM aprovar “com efeitos retroativos os descontos no preço dos passes sociais nos transportes públicos”. 

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