Foto por ESGIN-IPCB | Facebook

O movimento pela autonomia e manutenção da Escola Superior de Gestão (ESGIN) em Idanha-a-Nova, garante que não interrompe a luta, apesar da anunciada reorganização do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB).

O Conselho Geral do IPCB anunciou recentemente a reestruturação do Politécnico em quatro novas escolas, algo que o movimento sublinha ser uma proposta “desequilibrada e injusta”, em comunicado, segundo a RCB.

Em causa está o facto de a proposta de reestruturação implicar a perda da sede da Escola Superior de Gestão em Idanha-a-Nova, bem como a sua “autonomia administrativa, pedagógica e científica”. O movimento não percebe “como é que este cenário contribui para o desenvolvimento do IPCB, ou o porquê de ficarem as quatro escolas com sede em Castelo Branco”.

Para o movimento é ainda “evidente que ninguém se atreve a dizer ou a assumir que a escola de Idanha vai fechar, apenas se fala que perde a sede. Ora se a escola perder a sua sede está condenada a acabar a médio prazo”.

Este é um cenário que “prejudica Idanha-a-Nova e que não respeita os Idanhenses que há 29 anos acolheram a ESGIN”, sublinhando que a escola é hoje “um dos principais indutores da economia local, pois contribui claramente para a criação de riqueza e emprego, com benefícios nos sectores da restauração, alojamento e comércio”.

O movimento já apresentou uma petição pública no parlamento, subscrita por mais de 5500 pessoas, “que terá que ser presente a plenário”, prometendo “lutar para que nesse momento, a Assembleia da República tenha em consideração a questão da descentralização e da regionalização”.

O Bloco de Esquerda de Castelo Branco também já se posicionou contra o possível encerramento da ESGIN.

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