Catarina Martins manifestou preocupação com a forma como o Governo está a tratar o próximo ano letivo, criticando o facto de as escolas ainda não terem indicações sobre o que vai acontecer. Bloco propõe contratação de mais pessoal e agendou debate no parlamento. Texto esquerda.net.

A coordenadora do Bloco de Esquerda afirmou este sábado, aos jornalistas em Tondela: “Não podemos começar o próximo ano letivo nas condições em que fizemos este, porque, por muito que elogiemos, e devemos elogiar, o esforço que foi feito, sabemos que não é assim que pode funcionar a escola”.

Catarina Martins considerou que “é muito preocupante que as escolas ainda não tenham indicações sobre o que vai acontecer” e referiu que, no orçamento suplementar, Bloco “está a propor já a contratação de mais pessoal, porque as escolas precisam muito de pessoal para poderem funcionar com segurança no próximo ano letivo”.

A coordenadora bloquista sublinhou também que o partido agendou um debate potestativo para a próxima quarta-feira, 24 de junho, sobre o novo ano letivo, apontando que o Bloco quer “reduzir o número de alunos por turma, que é a única forma de garantir que as escolas funcionam com segurança face a uma pandemia” que não estará terminada em setembro. (aceda ao projeto de lei do Bloco), que “Estabelece um número máximo de alunos por turma no ano letivo de 2020/2021 na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário devido à pandemia da covid-19”.

A redução do número de alunos por turma, “também permite que aqueles alunos que foram mais prejudicados com o encerramento das escolas tenham mais acompanhamento para recuperarem aquelas aprendizagens em que não tiveram a hipótese de evoluir naquele tempo”, argumentou Catarina Martins.

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