Projetos de requalificação que não prevêem a manutenção das árvores adultas estão na origem dos protestos na cidade da Guarda.

Requalificações na zona do parque de campismo da Guarda e chafariz de Santo André, estão na origem da polémica que já juntou vários ativistas no dia 27 de junho em iniciativa onde apelaram para que as árvores não fossem abatidas. Nas imagens dessa acção lê-se “não cortem estas árvores, por favor” enquanto pessoas abraçam as que estão previstas abater.

O Interior do Avesso teve acesso a várias cartas que estão a ser enviadas ao município, onde se podem ler críticas às podas que se fazem na cidade e às obras de requalificação que estrangulam as árvores, causando doenças e fragilidades, “ficando sem amparo e tornando-as indefesas perante ventos muito fortes”, dizem.

Os abates de árvores têm sido recorrentes, existindo uma página e um grupo no Facebook que tem compilado todas as iniciativas do município.

O abate indiscriminado de árvores tem sido regular em muitas cidades do interior, assim como os protestos contra esta opção política.

 

 

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