Greve Climática Estudantil no dia 22 de outubro de 2021 | Facebook

O movimento estudantil vai mobilizar-se internacionalmente para exigir mudança sistémica e respostas à iminente crise. 

Em nota de imprensa, a Greve Climática Estudantil (GCE) considera que sabe que “o motivo de termos chegado a este estado das coisas não é da nossa responsabilidade individual, mas do sistema que leva à destruição das sociedades como as conhecemos”. 

O movimento aponta o dedo às grandes empresas poluentes como a GALP, a SHELL, a EDP, entre outras, já que “têm mantido os seus processos de exploração, mudando os seus focos de produção para o Sul Global, desestabilizando territórios e comunidades”, dando exemplo de Cabo Delgado. 

“É novamente sobre o mote da interseccionalidade e de #UprootTheSystem (arrancar e descolonizar o sistema) que jovens estudantes irão sair às ruas e convidam a sociedade civil a juntar-se à mobilização pelo clima. Todavia, desta vez ativistas vão mais a fundo para denunciar a suposta transição energética «verde» feita por empresas que se congratulam por serem «amigas do ambiente», quando de facto tudo se vem a revelar uma campanha de greenwashing”, referem na nota. 

Já há regiões confirmadas para a Greve Climática de dia 22 de outubro, entre elas, o Algarve, Alcácer do Sal, Braga, Caldas da Rainha, Guimarães, Lisboa, Leiria, Porto, Santarém, Tejo e Viseu.

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