Beatriz Realinho

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Beatriz Realinho, de 21 anos, natural da Guarda. Licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa. Está no mestrado em Estudo sobre as Mulheres: As Mulheres na Sociedade e na Cultura, na mesma instituição. Faz parte de diversos movimentos e coletivos sociais, ambientais, LGBTQIAP+ e Feministas, sendo coautora do podcast “2 Feministas 1 Patriarcado”.
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Interior a marchar por todas as cores

Ao falarmos de jovens queer no interior do país sabemos que neste espaço o anonimato é escasso, existindo apenas nas grandes cidades, tal como a existência de organizações e apoios LGBT+. O anonimato é sinónimo de liberdade para muitos de nós, jovens que naquelas que são as nossas casas ainda não podemos nem ser nem existir na nossa plenitude.
Mina a céu aberto
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Promessas vagas, Senhor Presidente?

"volto aqui a relembrar o porquê de ser importante ter uma narrativa coesa no que toca a combater a ideia de que o lítio é essencial para a transição energética e para a descarbonização. A verdade é que esta filosofia apenas serve para aumentar a existência de projetos de minas a céu aberto, em que o lítio é apenas uma pequena fatia do bolo"
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60 anos de Movimento Estudantil: o caminho que ainda falta fazer

"o movimento estudantil tem que passar também pelo interior, lutando pela descentralização do Ensino Superior, promovendo um desenvolvimento desta região (assim como de outras que continuam esquecidas pelas políticas que nos governam). Iríamos combater assim a desertificação e o abandono, possibilitando uma maior coesão territorial"
Feminismo
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Danadas e Insubmissas

"Esta é a chamada para que no dia 8 estejamos todas juntas a fazer-nos ouvir, onde não faltem abraços de força, de saber que não estamos sozinhas. Somos danadas, somos insubmissas, sabemos que os nossos direitos não são dados adquiridos, que não se pode ser feminista sem lutar pela liberdade, e que esta luta é feita todos os dias."
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Patriarcado e Capital, aliança criminal

"É por todas estas razões (e não só) que no 8 de março iremos sair à rua, lado a lado, a mostrar que não estamos submissas à opressão a que somos sujeitas todos os dias, a lutar por todas, todos e todes que infelizmente já não têm voz. Iremos mostrar que o feminismo faz falta e que este apenas pode ser interseccional, onde todas as vozes contam e todas as lutas se unem."
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O nervosismo que causa uma mulher a falar

No último domingo tivemos o debate entre Catarina Martins, do Bloco de Esquerda, e o candidato de extrema-direita. Um debate marcado pelo constante mansplaining e tom agressivo com que este insultava o outro lado, não apresentando nem propostas nem soluções para o país.
Lucro Dinheiro
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Estará o lucro acima das pessoas?

Quando falamos de escolher entre o capital e a vida digna das pessoas seria resposta óbvia que a última é mais importante que a primeira. Mas não é dessa forma que os bolsos de quem ganha com a desgraça de outros pensa.
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