Foto por Movimento Estrela Viva | Facebook

São popularmente chamadas de “tira-olhos”, “helicopteros” ou “lavadeiras”.
É um insecto entre os mais antigos e primitivos e chamam a atenção pelas suas cores e voo inconfundível.
Enquanto outros evoluíram, este manteve a sua estrutura de voo e consegue mover cada uma das suas quatro asas de forma independente, factor muito importante para o seu sucesso como predador.
Elas são “aves de rapina dos insectos” pois estão no topo da cadeia alimentar destes animais, predando “qualquer coisa cujo tamanho permita” mesmo em fase de larvas ou já em estado adulto.
São óptimos bioindicadores ambientais pois o numero de libelinhas presentes em zonas de água, indicam as características da mesma, se está parada ou é corrente, se é rica em nutrientes ou se tem menos ou mais oxigénio, consoante o tipo e quantidade de indivíduos.

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O Movimento Estrela Viva é um grupo informal de cidadãos com ligações à Serra da Estrela e regiões limítrofes que surgiu após os incêndios de outubro de 2017, e que se afirma laico, apartidário e sem fins lucrativos. Tem a missão de proteger e valorizar o território através de ações de preservação da natureza e de desenvolvimento do meio rural (promoção de produtos endógenos, valorização das comunidades, preservação de valores e tradições), sustentadas em modelos colaborativos e de cooperação com parceiros locais, na capacitação dos cidadãos e segundo uma lógica de desenvolvimento sustentável.
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