Na semana passada falamos sobre a importância de reduzir a loucura da fast fashion dando como alternativa a possibilidade de reativar os conceitos de troca de roupa e artigos que já pouco usamos, mantendo assim o nosso guarda roupa atualizado e “novo”:
Mas se por algum motivo há algumas peças que precisas mesmo comprar, procura então lojas em segunda mão. Hoje em dia há imensas! Poderás encontrar peças únicas e a preços ótimos:
Se mesmo assim ainda não encontras, então considera adquirir produtos que sejam mais sustentáveis. Deixamos aqui um exemplo de uma app “Good on you” (https://goodonyou.eco/) onde podem ver as marcas de roupa no mundo inteiro e que as avalia em termos de trabalho infantil, forçado, segurança dos trabalhadores, pagamento de salários decentes, etc. Se são utilizadas peles de animais e outros “produtos” semelhantes, se têm sistemas para minimizar desperdício de energia, de água, de emissões de carbono, etc. e utilizam para tal um sistema de certificação e avaliação independente.
E deixamos também alguma lojas de roupa/calçado que trabalham a vertente da sustentabilidade como core do seu projeto, e ainda por cima são Portuguesas!
Poderá rapidamente sentir: “Mas estes produtos são muito mais caros! Não consigo comprar isto.” Conseguirá sim, se comprar menos mas de maior qualidade. Não se esqueça que o custo de produção dos bens que consumimos tem um preço e se de facto quiser quebrar a corrente de exploração do ambiente e das pessoas, o valor justo pela produção desses bens que consome, terá de aumentar. O lema deverá ser consumir menos e melhor. E para colmatar os vazios do seu armário, troque mais!!
A carteira agradece e o planeta também.
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O Movimento Estrela Viva é um grupo informal de cidadãos com ligações à Serra da Estrela e regiões limítrofes que surgiu após os incêndios de outubro de 2017, e que se afirma laico, apartidário e sem fins lucrativos. Tem a missão de proteger e valorizar o território através de ações de preservação da natureza e de desenvolvimento do meio rural (promoção de produtos endógenos, valorização das comunidades, preservação de valores e tradições), sustentadas em modelos colaborativos e de cooperação com parceiros locais, na capacitação dos cidadãos e segundo uma lógica de desenvolvimento sustentável.
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