50 anos das Revoltas de Stonewall. 45 anos do 25 de abril. 20 anos da primeira marcha LGBTI em Portugal. São muitos os motivos para celebrar, mas também são muitos os motivos para ir para a rua marchar contra todos os crimes de ódio e de injustiça que continuam a ser praticados em todo o mundo.

50 anos depois de Stonewall faz sentido continuar a marchar. 50 anos depois este não é o momento para festejar mas sim para lutar pelos direitos de todxs. Passados 50 anos de lutas e conquistas de direitos LGBTI+ nunca foi tão urgente regressar às origens e espírito da revolta de Stonewall como hoje. As Marchas são o caminho para a mudança. Porque nada está garantido e de um momento para o outro tudo pode desaparecer.

Marchamos sob o mote “que Viseu e qualquer outra cidade sejam as melhores cidades para viver (para todxs)”. Como reação aos cartazes que foram colados em 2018, antes da 1.ª Marcha, utilizando a imagem e slogan de Viseu dizendo “melhor cidade para viver (sem vocês)”, marchamos para que Viseu seja a melhor cidade para viver para todas as pessoas. Marchamos para que qualquer cidade do mundo seja um lugar livre de opressão, seguro e que defenda os direitos de todas as pessoas. Para que todas as cidades sejam feministas, LGBTI+, ecologistas, antifascistas, antirracistas, democráticas, inclusivas e participativas.

Viseu vai marchar pela segunda vez no dia 20 de outubro, pelo direito à identidade, pela liberdade no amor, pela autodeterminação de género, e enquanto não estivermos todxs livres de qualquer tipo de opressão.

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A Plataforma Já Marchavas é um movimento de cidadãs/ãos e de colectivos unidos na defesa de direitos Humanos, Ambientais e Animais.
O projecto Já Marchavas nasceu em maio de 2018 em Viseu reunindo sinergias diversas. Ainda em 2018 o projecto Já Marchavas levou mais de mil pessoas a participar na 1a Marcha pelos Diretos LGBTI+ em Viseu, denominada por alguns como a Marcha do Amor. A Plataforma Já Marchavas surgiu no ambiente pós-marcha concretizando a cooperação do projecto inicial e dando-lhe continuidade para outras causas comuns. Em Dezembro a Plataforma passou a integrar a Rede 8 de Março.

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