Foto retirada de Cinema Sétima Arte

“Mosquito”, de João Nuno Pinto, venceu os prémios de Melhor Fotografia, para o director de fotografia, Adolpho Veloso, e  Melhor Banda Sonora, para o músico Justin Melland, na Mostra de Valencia – Cinema del Mediterrani, que terminou no passado dia 1 de novembro.

A produção da Leopardo Filmes tem feito um vasto percurso no circuito de festivais internacionais ao ter sido escolhido como o filme de abertura da 49.ª edição do IFFR – International FIlm Festival Rotterdam e já foi seleccionado para cerca de duas dezenas de festivais (na Europa, Ásia e América do Sul).

O filme de João Nuno Pinto é ainda o candidato de Portugal à categoria de Melhor Filme Ibero-Americano, na 35.ª edição dos Prémios Goya, da Academia Espanhola.

Produzido por Paulo Branco, co-produzido com Alfama Films Production (França), APM Produções (Portugal), Delicatessen Films (Brasil), e Mapiko Filmes (Moçambique), e é a segunda longa-metragem de ficção de João Nuno Pinto (“América”, 2010), escrita juntamente com a sua mulher e também argumentista, Fernanda Polacow, e com Gonçalo Waddington. O filme é inspirado na história da chegada do seu avô a África, no contexto da Primeira Grande Guerra, e demorou quase 7 anos a preparar.

João Nunes Monteiro, Miguel Moreira, João Lagarto, Filipe Duarte, Alfredo Brito, Miguel Borges, Cesário Monteiro, Joāo Vicente, Manuel João Vieira, Nuno Preto, Aquirasse Nipita, entre outros, integram o elenco. Adolpho Veloso assina a direcção de fotografia.

“Mosquito” encontra-se em sexto lugar no ranking dos filmes nacionais mais vistos em 2020, visto por 3.524 espectadores. O filme foi fortemente prejudicado nas bilheteiras ao ser forçado a sair das salas de cinema devido à pandemia da COVID-19. Encontra-se disponível nas plataformas de streaming Filmin e HBO Portugal.

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Portuense mas reside em Viseu desde 2015 e é apaixonado por cinema e política. É administrador do site Cinema Sétima Arte, programador de cinema no espaço Carmo 81 e fez parte da equipa que reabriu o Cinema Ícaro, em Viseu, com o Desobedoc 2018. É ativista na Plataforma Já Marchavas, que organizou a 1.ª Marcha LGBTI+ de Viseu, em 2018.

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Se disséssemos que éramos um bando de miúdos, um tanto sonhadores, que queriam fundar um site para escrever sobre cinema e que, por algum desígnio divino, pudéssemos fazer da vida isto de escrever sobre a sétima arte, seria isso possível? A resposta é óbvia: dificilmente. Todavia Isso não impediu o bando de criá-lo em 2008, ano da fundação do Cinema 7.ª Arte. O espírito do western tinha-se entranhado em nós…
“A atividade crítica tem três funções principais: informar, avaliar, promover”. É desta forma que pretendemos estimular o debate pelo cinema.
Acima de tudo, escreveremos sempre como cinéfilos, esses sonhadores enamorados da sétima arte.
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